FAQ Economia – O Plano de Metas de JK

1. Caracterize, em linhas gerais, o Plano de Metas: Em 1953 foi constituido o Grupo Misto BNDE-Cepal, que foi a base do Plano de Metas. O trabalho desse grupo foi de levantar exaustivamente os principais pontos de estrangulamento da economia brasileira, sobretudo os setores de transporte, energia e alimentação, além de identificar áreas industriais com … Continue lendo

FAQ Economia – A crise de 1962-67, o PAEG e as bases do milagre econômico

Tratou-se efetivamente de uma crise cíclica, agravada pelo aumento da instabilidade política e pelas política de estabilização recessivas, como o Plano Trienal, num primeiro momento, e o próprio PAEG, a partir da política econômica pós-64. Some-se a isso o fato de que a economia brasileira se industrializara ampliando o enorme quadro de dependência com relação … Continue lendo

FAQ Economia – Anos 1980: Crise e Inflação

Em um primeiro momento – entre 1981 e 1983 – a diminuição no ritmo de crescimento foi atribuída ao esforço de ajustamento imposto pela crise da dívida. Numa segunda etapa – entre 1984 e 1986 – a balança comercial foi reequilibrada devido à desvalorização cambial, e o país voltou a crescer, embora baseado no aumento … Continue lendo

FAQ Economia – Crise da Dívida Externa e Crise Fiscal do Estado

Como já apontaram vários autores, os problemas da nossa economia estão sempre associados, direta ou indiretamente, às crises cambiais. (in ECONOMIA BRASILEIRA, 4a edição) 1. Que motivos podem ser apontados para explicar o surgimento e o crescimento da dívida externa brasileira a partir dos anos 1960? O aumento do endividamento externo do país a partir … Continue lendo

FAQ Economia – Choques Externos e Desestruturação Interna (1979-83)

1. Que razões provocaram a saída de Simonsen e a volta da Delfim Netto ao comando da economia? Logo no início do governo Figueredo, travou-se uma luta política para a definição dos rumos da economia. De um lado Simonsen (representando a corrente ortodoxa) com a proposta de ajuste fiscal e corte de investimentos não prioritários, … Continue lendo

CAPÍTULO XXIX – A DESCENTRALIZAÇÃO REPUBLICANA

________________________________ CAPÍTULO XXIX A DESCENTRALIZAÇÃO REPUBLICANA E A FORMAÇÃO DE NOVOS GRUPOS DE PRESSÃO Observando mais detidamente o processo de depreciação cambial, depreende-se facilmente que as transferências de renda assumiam várias formas. Por um lado havia transferências entre o setor de subsistência e o exportador, em benefício deste último, pois os preços que pagava o … Continue lendo

CAPÍTULO XXVIII – A DEFESA DO NÍVEL DE EMPREGO

______________________________________ CAPÍTULO XXVIII A DEFESA DO NÍVEL DE EMPREGO EA CONCENTRAÇÃO DA RENDA Vimos que a existência de uma reserva de mão-de-obra dentro do país, reforçada pelo forte fluxo imigratório, permitiu que a economia cafeeira se expandisse durante um longo período sem que os salários reais apresentassem tendência para a alta. A elevação do salário … Continue lendo

CAPÍTULO XXVII – A TENDÊNCIA AO DESEQUILÍBRIO EXTERNO

___________________________ CAPÍTULO XXVII A TENDÊNCIA AO DESEQUILÍBRIO EXTERNO O funcionamento do novo sistema econômico, baseado no trabalho assalariado, apresentava uma série de problemas que, na antiga economia exportadora-escravista, apenas se haviam esboçado. Um desses problemas – aliás comum a outras economias de características similares – consistiria na impossibilidade de adaptar-se às regras do padrão-ouro, base … Continue lendo

CAPÍTULO XXVI – O FLUXO DE RENDA NA ECONOMIA DE TRABALHO ASSALARIADO

________________________________ CAPÍTULO XXVI O FLUXO DE RENDA NA ECONOMIA DE TRABALHO ASSALARIADO O fato de maior relevância ocorrido na economia brasileira do último quartel do século xix foi, sem lugar a dúvida, o aumento da importância relativa do setor assalariado. A expansão anterior se fizera seja através do crescimento do setor escravista, seja pela multiplicação … Continue lendo

CAPÍTULO XXV – NÍVEL DE RENDA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX

___________________________________ CAPÍTULO XXV NÍVEL DE RENDA E RITMO DE CRESCIMENTO NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX Considerada em conjunto, a economia brasileira parece haver alcançado uma taxa relativamente alta de crescimento na segunda metade do século xix. Sendo o comércio exterior o setor dinâmico do sistema, é no seu comportamento que está a chave do … Continue lendo