CICLO NEOLIBERAL DA DIPLOMACIA 1980-90 – RESUMO

CICLO NEOLIBERAL DA DIPLOMACIA 1980-90 – RESUMO

México: Carlos Salinas de Gortari
Venezuela: Carlos Andrés Perez
Argentina: Menem
Peru: Fugimori
Brasil: Collor

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Transição do estado desenvolvimentista para o estado normal

Consenso neoliberal posturava parâmetros para os governos de todos: democracia, direitos humanos, liberalismo econômico, cláusula social, proteção ambiental, responsabilidade estratégica e solidária.

Argentinos chamavam o periodo de “estado normal, adaptação frente ao novo paradigma”. Estado normal virou o nome do estado que segue o consenso de washington. Ser normal passou a ser o desideratum de todos os países da Am.Lat exceto Cuba.

A modernização concebida pelo centro substituiu a inteligência nacional, cepalina.

Nos anos 90, a “terceira posição” e a PEI foram consideradas inadequadas para a globalização.

Os anos 80 viram a exaustão do modelo desenvolvimentista, com as crises da dívida e os surtos de hiperinflação.

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Argentina

Teoria da decadencia nacional (1990). A decadencia teria começado em 30 e se extendido até 80, pelo isolamento internacional. Argentina se sentia primeiro mundo e nesse período, Argentina decaiu. A intelectualha local acreditava no liberalismo. O que antes era a teoria da independência, era agpora interprestado como teoria da decadência. Esse pensamento se dizia realista, daí essa época ter ficado conhecida como “O giro realista”. Caiu o confrontacionismo. A Argentina realista não antagonisava com EUA e não entrava em guerra com GBR, era um país periférico.

Menem, Cavallo e Guido di Tella chamaram essa PE de “Política de reincorporação ao primeiro mundo”. Esse pensamento dizia que a abertura economica sim, induziria ao prigresso tecnoógico. Argentina busca reinserir o país no contexto internacional.

Internamente, privatizações atingem at´´o sistema de previdência e o $ é introduzido. Argentina entendia que EUA tinham vencido a guerra fria e a nova ordem mundial era a de um sistema multipolar onde todos participavam igualmente com sua parcela de poder.

A médio prazo, no entanto, a proeminência seria Americana, em poder, prestigio e riqueza.

Na formulação geopolítica argentina, não se recusava se tornar a mão forte americana na região, afinal, a estratégia americana e argentina exigiam estratégias de coerção regional.

Com a ruptura conseguida com o passado isolacionista, argentinos acreditavam estar a frente de seus vizinhos. Sua superioridade em washington era entendida como tal, que argentina seria, para aquele pais, indispensavel.

es llegar a una situación en cual los EEUU encuentrem natural pedir nuestra opinión en los temas claves de su politica latinoamericana y se sientan incómodos de ignorarla/ * EEUU -> EUA

A singularidade da aproximacão eua-arg era o idealismo, diferente da chilena, mexicana e brasileira, contextualizada em multiplas parcerias estrategicas.

ARG queria ser aceita na OTAN, ou pelo menos ser um membro espacial.

Apesar de tudo, argentinos doram mais coerentes nessa politica do que nas anteriores.

No Brasil, o desenvolvimentismo não foi condenado.

Brasil aceitou de bom grado a emergencia dos direitos humanos e ambientais, mas repugnou as tentativas de ingerencia da OTAN, mesmo quando eas aconteciam em nome dos valores da ONU, mas tomadas fora desse sistema.

FHC denunciava em foruns e na AG uma globalização assimétrica.

Para brasil, o papel da guerra e da segurança foi deprimida. America Latina era um subcontinente passifico e não uma zona de pressão.

Ao fim da decada de 90, a opiniao eleitoral, cuja reacao eh lenta porem madura, afestou do poder as forças liberais, e as forças de centro-esquwerda subiram a poder. Nas urnas, todos os governos neoliberais cairam. O estado normal com sua PE eram insuficientes.

-> Endividamento p/ sustentar estabilidade monetária baseada na captação de capitais espectulativos pelo estado.
-> privatizações
-> queda na atividade produtiva interna, pela queda de barreiras protecionistas.
-> abandono da integração produtiva em favor da intergacão comercial.
-> desmonte dos sistemas nacionais de segurança
-> desativação da pesquisa tecnológica, que foi transferida para as empresas multinacionais.
-> transferencia crescente de renda ao exterior
-> crescimento do desemprego
-> aumento da massa dos excluidos.
-> aumento da criminalidade.

No final do periodo desenvolvimentista, havia condicoes para iserção competiva no mundo independente: grandes empresas, tecnologias proprias, mercado e capitais.

Carecia apenas de um estado logistico, que em vez de desconstruir e alienar, houvesse preferido avançar por meio de associações, dando suporte a emprendimentos regionais.

Portugal e Espanha fizeram isso de forma eficiente no mesmo periodo.

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