O Futuro de Cuba

A constatação de que a Coreia do Sul e a China discutem serenamente o futuro do regime de Pyongyang serviu para fortalecer a ala da diplomacia brasileira que defende o cultivo de uma relação amigável com Cuba.

Por mais que os Estados Unidos briguem com a Coreia do Norte, certamente estarão interessados em evitar que aquele principado das trevas se transforme num condomínio econômico compartilhado por Seul e Beijing. Como diria o rei Leopoldo da Bélgica no século XIX, “quero meu pedaço do bolo”.

Não haveria motivo para o Brasil se afastar de Cuba para depois assistir a uma entrada dos Estados Unidos na economia da ilha.

No século passado, o Brasil ficou a reboque dos Estados Unidos, isolando a China, e em 1971 acordou com a notícia de que o presidente Richard Nixon fizera uma surpreendente aproximação com o Grande Timoneiro Mao Zedong.

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