Crise & Confusão na Grécia

A Grécia, que vive uma crise financeira, se comprometeu a adotar medidas em contrapartida à ajuda. Entre as ações estão o congelamento de salários dos servidores públicos até 2013, o aumento de impostos, o corte no planos de aposentadoria, o fim de vários benefícios e a flexibilização das leis trabalhistas.

Manifestantes e policiais entram em choque na Grécia (Foto: Thanassis Stavrakis / AP Photo)

Os manifestantes, funcionários públicos que resolveram cruzar os braços por 48 horas, empurraram os policiais, pedindo que eles abrissem caminho para a passeata de protesto. Os policiais responderam com seus escudos, empurrando as pessoas.

Ministérios, departamentos e serviços públicos fecharam nesta terça-feira. Escolas públicas e hospitais em Atenas abriram com menos funcionários.

Pela manhã, cerca de 200 militantes comunistas ocuparam durante horas a Acrópole de Atenas, onde exibiram um cartaz gigante convocando a mobilização.

As centenas de manifestantes que se dirigiram depois para o Parlamento o fizeram atrás de um cartaz que dizia: “Quando a injustiça se converte na única via, a resistência é um dever”.

“Nossa reação não pode outra do que a luta permanente”, afirmou o dirigente sindical do ensino primário (DOE), Dimitris Bratis.

As duas grandes centrais sindicais do país, Adedy (375 mil afiliados) e Confederação Geral dos Trabalhadores Gregos (1 milhão de afilados), convocaram uma greve geral para esta quarta-feira (5).

Acordo
No domingo (2), foi apresentado o pacote de ajuda financeira à Grécia.

A zona do euro emprestará 80 bilhões de euros em empréstimos bilaterais e 30 bilhões de euros virão do FMI.

O pacote veio em sinal de apoio ao severo plano de austeridade econômica anunciado horas antes pelo governo grego, que prevê a economia de 30 bilhões de euros – 11% do Produto Interno Bruto (PIB) do país -, com o objetivo de reduzir o déficit público abaixo de 3% em 2014 e, assim, evitar a quebra do país.

A decisão foi adotada por unanimidade após a avaliação de um relatório no qual o Executivo da União Europeia (UE) e o Banco Central Europeu (BCE) asseguravam que “a concessão de um empréstimo era necessária para garantir a estabilidade financeira da zona do euro”.

Com informações da BBC Brasil, Valor Online e France Presse

Copiado do G1.

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