INTERNATIONAL PLAYERS

Estados

Desde a assinatura da paz de westphalia ate o inicio do seculo XX o estado foi considerado o, senão unico, o principal ator das relacoes internacionais.

Aos poucos, outros atores surgiram, com a globalizacao as redes se trnaram os pivots do ri.

O estado se caracteriza por um governo que exerca controle sobre uma populacao num determinado territorio. territorio, governo e populacao sao portanto necessarios. Tem que ter soberania. Um estado eh delimitado por froteiras.

O espaço de um estado é o terrestre, mais o aéreo, mais o maritimo. (https://fichasmarra.wordpress.com/2010/03/15/tribunal-internacional-dos-direitos-do-mar/). O espaço acima do aéreo, o extra-atmosférico, é livre.

Tamanho do territorio ou população não é problema para o surgimento de um estado.

Todo estado pode escolher livremente sua forma de governo, desde que este seja efetivo.

O estado deveria ser o lugar de expressão do interesse geral, mas ultimamente temos visto ONGs, empresas multinacionais e mafias fazerem esse papel. É dentro do estado, porem, que esses atores brigam pelo poder. O estado tambem tem monopolio da forca de das politicas de saude publica, educacao, taxação (imposto), e geralmente também os investimentos são controlados pelo estado.

O estado é soberano e não se subordina a nenhum outro ator da comunidade internacional. O DI considera sempre o principio da igualdade de soberania. Todos os membros sao estados igualmente soberanos – está escrito na carta fundadora da ONU. Todos os estados serem soberanos não é a mesma coisa de todos os estados terem poderes iguais no tabuleiro do RI. O DI reconhece a desigualdade de força entre os paises. Mesmo dentro da ONU, os membros do conselho de segurança são mais fortes que os outros. O TNP congela uma situação em que os paises com arma nuclear sao mais poderosos que os sem arma nuclear.

Mas não podemos resumir as RI somente as relacoes entre estados, apesar de que eles certamente continuam sendo os atores principais. No final do dia, ainda são os estados que decidem se vão ou não assinar um estado, criar ou não uma OI, autorizar ou não uma multinacional a see stabelecer em seu territorio, liberar ou não um prosioneiro politico, é em torno dele que se mobiliza a midia internacional, etc.

Justamente quando os estados estavam se multiplicando, o estado foi chamado de obsoleto, grande demais para as pequenas coisas, pequeno demais para as grandes coisas.

Durante a explosão de estados, surgiram tambem os micro-estados, estados tao pequenos que não tem meios de exercer sua soberania. Esses secionismos acontecem em buscas por situacoes economicamente mais viaveis. Outro fenomeno eh comum nos nossos dias, o dos estados falidos, que nao tem mais condicoes de exercer o monopolio da violencia legitima, como por ex a somalia, a RDC e o Afeganistão.

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