CAPÍTULO XXXI – OS MECANISMOS DE DEFESA E A CRISE DE 1929

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CAPÍTULO XXXI
OS MECANISMOS DE DEFESA E A CRISE DE 1929

Ao deflagrar-se a crise mundial a situação da economia cafeeira se apresentava como segue. A produção, que sé
encontrava em altos níveis, teria de seguir crescendo, pois os produtores haviam continuado a expandir as plantações até
aquele momento
. Com efeito, a produção máxima seria alcançada em 1933, ou seja, no ponto mais baixo da depressão,
como reflexo das grandes plantações de 1927-28.
Por outro lado, era totalmente impossível obter crédito no exterior para
financiar a retenção de novos estoques, pois o mercado internacional de capitais se encontrava em profunda depressão e o
crédito do governo desaparecera com a evaporação das reservas.
Os pontos básicos do problema que cabia equacionar
eram os seguintes:

a) Que mais convinha, colher o café ou deixá-lo apodrecer nos arbustos, abandonando parte das plantações como
uma fábrica cujas portas se fecham durante a crise?

b) Caso se decidisse colher o café, que destino deveria dar-se ao mesmo? Forçar o mercado mundial, retê-lo em
estoques ou destruí-lo?

c) Caso se decidisse estocar ou destruir o produto, como financiar essa operação? Isto é, sobre quem recairia a carga,
caso fosse colhido o café?

A solução que à primeira vista pareceria mais racional consistia em abandonar os cafezais. Entretanto, o problema
consistia menos em saber o que fazer com o café do que decidir quem pagaria pela perda. Colhido ou não o café, a perda
existia. Abandonar os cafezais sem dar nenhuma indenização aos produtores significava fazer recair sobre estes a perda
maior.
Ora, conforme já vimos, a economia havia desenvolvido uma série de mecanismos pelos quais a classe dirigente
cafeeira lograra transferir para o conjunto da coletividade o peso da carga nas quedas cíclicas anteriores. Seria de esperar,
portanto, que se buscasse por esse lado a linha de menor resistência. Vejamos em primeiro lugar como operou o mecanismo clássico de defesa através da taxa cambial. A grande
acumulaçãode estoques de 1929, a rápida liquidação das reservas metálicas brasileiras e as precárias perspectivas de
financiamento das grandes safras previstas para o futuro aceleraram a queda do preço internacional do café iniciada
conjuntamente com a de todos os produtos primários em fins de 1929.
Essa queda assumiu proporções catastróficas, pois,
dè setembro de 1929 a esse mesmo mês de 1931, a baixa foi de 22,5 centavos de dólar por libra para 8 centavos. Dadas as
características da procura do café, cujo consumo não baixa durante as depressões nos países de elevadas rendas, essa
tremenda redução de preços teria sido inconcebível sem a situação especial que se havia criado do lado da oferta. Basta
ter em conta que o preço médio pago pelo consumidor norte-americano, entre 1929 e 1931, baixou apenas de 47,9 para
32,8 centavos por libra159. Acumularam-se, portanto, os efeitos de duas crises: uma do lado da procura e outra do lado da
oferta. A
situação favoreceu as organizações intermediárias no comércio do café, as quais, percebendo a debilidade da
posição da oferta, puderam transferir para os produtores brasileiros grande parte de suas perdas causadas pela crise geral.

A baixa brusca do preço internacional do café e a falência do sistema de conversibilidade acarretaram a queda do
valor externo da moeda.
Essa queda trouxe, evidentemente, um grande alívio ao setor cafeeiro da economia. A baixa
do preço internacional do café havia alcançado 60 por cento. A alta da taxa cambial chegou a representar uma
depreciação de 40 por cento160. O grosso das perdas poderia, portanto, ser transferido para o conjunto da coletividade
através da alta dos preços das importações
.
Restava a considerar, entretanto, o outro lado do problema. Não obstante
toda essa baixa de preços, o mercado internacional não podia absorver a totalidade da produção, pela razão muito simples já indicada de que a procura era pouco elástica em função dos preços. É verdade que, deixada de lado a
preocupação de defender os preços, abria-se a possibilidade de forçar o mercado. E assim se fez, logrando um aumento
do volume físico exportado, entre 1929 e 1937, de 25 por cento. Mesmo assim, uma parte apreciável da produção ficava
sem nenhuma possibilidade de colocar-se no mercado. Era evidente, portanto, que se requeriam medidas suplementares.

A depreciação da moeda, ao atenuar o impacto da baixa do preço internacional sobre o empresário brasileiro, induzia
este a continuar colhendo o café e a manter a pressão sobre o mercado. Essa situação acarretava nova baixa de preços e
nova depreciação da moeda, contribuindo para agravar a crise. Como a depreciação da moeda era menor que a baixa de
preços, pois também estava influenciada por outros fatores, era claro que se chegaria a um ponto em que o prejuízo
acarretado aos produtores de café seria suficientemente grande para que estes abandonassem as plantações
. Somente
então se restabeleceria o equilíbrio entre a oferta e a procura do produto. A análise desse processo de ajustamento põe em
evidência que o mecanismo do câmbio não podia constituir um instrumento de defesa efetivo da economia cafeeira nas
condições excepcionalmente graves criadas pela crise que estamos considerando.

Fazia-se indispensável evitar que os estoques invendáveis pressionassem sobre os mercados acarretando maiores
baixas de preços. Era essa a única forma de evitar que o equilíbrio fosse obtido à custa do abandono puro e simples da
colheita, isto é, com perdas concentradas no setor cafeeiro. Entretanto, como financiar a retenção de estoque? Teria de ser
evidentemente com recursos obtidos dentro do próprio país, seja retendo uma parte do fruto da exportação do café, seja
com pura e simples expansão de crédito. A medida que se utilizou a expansão de crédito, houve mais uma vez uma
socialização dos prejuízos.
Essa expansão de crédito, por seu lado, iria agravar o desequilíbrio externo, contribuindo para
maior depreciação da moeda,
o que beneficiava indiretamente o setor exportador.
Mas não bastava retirar do mercado parte da produção de café. Era perfeitamente óbvio que esse excedente da
produção não tinha nenhuma possibilidade de ser vendido dentro de um prazo que se pudesse considerar como razoável.

A produção prevista para os dez anos seguintes expedia; com sobras, a capacidade previsível de absorção dos mercadoscompradores; A destruição dos excedentes das colheitas se impunha, portanto, como uma conseqüência lógica da política de continuar colhendo mais
café do què se podia vender. À primeira vista parece um absurdo colher o produto para destruí-lo. Contudo, situações
como essa se repetem todos os dias na economia de mercados. Para induzirem o produtor a não colher, os preços teriam
que baixar muito mais, pa
rticularmente se se tem em conta que os efeitos da baixa de preços eram parcialmente anulados
pela depreciação da moeda. Ora, como o que se tinha em vista era evitar que continuasse a baixa de preços, compreende-
se que se retirasse do mercado parte do café colhido para destruí-lo. Obtinha-se, dessa forma, o equilíbrio entre a oferta e
a procura em nível mais elevado de preços.

Dependendo, assim, fundamentalmente da estrutura da oferta, o preço do café atravessou o decênio dos anos trinta
totalmente indiferente à recuperação que, a partir de 1934, se operava nos países industrializados
. Após alcançar seu
ponto mais baixo em 1933, a cotação internacional desse produto se mantém quase sem alteração até 1937, para em
seguida cair ainda mais nos dois últimos anos do decênio.
É muito significativa essa grande estabilidade do preço do
café, assim deprimido, durante todo o decênio dos trinta. Como é sabido, a recuperação compreendida entre 1934 e 1935
trouxe consigo uma elevação geral dos preços dos produtos primários. O preço do açúcar, por exemplo, subiu em 140 por
cento, entre 1933 e 1937; o do cobre elevou-se pouco mais de cem por cento, no mesmo período. O preço do café,
entretanto, em 1937 era igual ao de 1934 e inferior ao de 1932.

Essa observação põe em evidência o fato de que o preço do café é condicionado fundamentalmente pelos fatores que
prevalecem do lado da oferta,
sendo de importância secundária o que ocorre do lado da procura. Já vimos que a grande
elevação da renda real per capita, ocorrida nos EUA nos anos vinte, deixou inalterável o consumo de café nesse país, não
obstante os preços pagos pelo consumidor se tenham mantido estáveis. Durante os anos de depressão, os preços pagos
pelo consumidor chegaram a baixar cerca de 40 por cento, sem que o consumo apresentasse qualquer modificação
significativa.
Em 1933 esse consumo era exatamente igual ao de 1929. Poder-se-ia argumentar que o efeito-preço teria
anulado o efeito-renda,
isto é, que a alta do consumo ocasionada pela baixa do preço foi anulada pela baixa’ desse consumo trazida ]5ela contração da renda. Entfetan-tanão parece ser essa a razão, pois no período seguinte, de elevação de renda (1934-37), os preços pagos
pelo consumidor continuaram a baixar, tendo sido de 25,5 centavos por libra em 1937, contra 26,4 em 1933. Houve assim
dois efeitos positivos no sentido do aumento do consumo: elevação da renda real per capita e baixa de preço. Contudo, o
consumo se manteve praticamente inalterado,
tendo sido de 13,1 libras per capita em 1937, contra 13,9 em 1931 e 12,5
em 1933161. Consideremos mais detidamente as conseqüências da política de retenção e destruição de parte da produção
cafeeira seguida, com o objetivo explícito de proteger o setor cafeicultor. Ao garantir preços mínimos de compra,
remuneradores para a grande maioria dos produtores, estava-se na realidade mantendo o nível de emprego na economia
exportadora e, indiretamente, nos setores produtores ligados ao mercado interno.
Ao evitar-se uma contração de grandes
proporções na renda monetária do setor exportador, reduziam-se proporcionalmente os efeitos do multiplicador de
desemprego sobre os demais setores da economia.
Como a produção de café cresceu nos anos da depressão, tendo sido a
colheita máxima de todos os tempos a de 1933, é evidente que a renda global dos produtores agrícolas se reduziu menos
que os preços pagos a esses produtores162. Dessa forma, ao permitir que se colhessem quantidades crescentes de café,
estava-se inconscientemente evitando que a renda monetária se contraísse na mesma proporção que o preço unitário que o
agricultor recebia por seu produto
. É fácil que o abandono nas árvores de, digamos; um terço dessa produção, que-foi o que aproximadamente
se desuniu entre 1931′ e 1939, teria significado enorme redução da
renda do agricultor.

Vejamos por meio de um exemplo numérico simples o mecanismo dessa contração da renda do setor exportador ésua
influência no nível da renda global da coletividade. Suponhamos qué o multiplicador163 de desemprego do setor
exportador seja 3. Isso significa que uma redução de 1 na renda gerada pelas exportações determina uma redução global
de 3 no conjunto da renda da coletividade. As causas que estão por detrás desse mecanismo multiplicador são mais ou
menos óbvias e refletem a interdependência das distintas partes de uma economia. Ao receberem menos dinheiro por
suas vendas ao exterior, os exportadores e produtores ligados à exportação reduzem suas compras. Os produtores
internos afetados por essa redução também reduzem as suas, e assim por diante.

Admitamos que a renda territorial de um país de economia dependente seja gerada em dois setores: um,
correspondente a 40 por cento, totalmente autônomo do comércio exterior, seria o setor de subsistência, e o outro,
formado diretamente pelas atividades de exportação e influenciado indiretamente por elas. Sendo 3 o multiplicador de
desemprego, num momento dado, diremos que as atividades exportadoras geram indiretamente 20 por cento da renda
nacional e 40 por cento indiretamente. Consideremos agora as distintas situações indicadas no quadro abaixo:

SETOR
SETOR INFLUENCIADO SETOR RENDA
EXPORTADOR PELO SETOR
EXPORTADOR
AUTÔNOMO TOTAL
(a)……………………… 20.0 40 100.0
(b)…………………….. 10,0 20 40 70.0
(c)……………………… 12.0 24 40 76.0
(d)…………………. 7.5 15 40 62.5
(163) O multiplicador é o fator pelo qual teríamos da multiplicar o aumento ou diminuição das inversões (ou das exportações) para conhecer o efeito, sobre a renda territorial, dessa modificação no nfvel das inversões (ou exportações). No nosso caso tratamos de medir o efeito, no período de um ano, de uma redução na renda gerada diretamente petas exportações. Se a redu-cteolretaél0eabaixatotalo^rerKte30,tfzenx>squeomuttipBcadoré3.

Partindo da situação (a) consideramos distintas hipóteses de contração da renda do setor exportador é “seus efeitos
sobre a renda global da coletividade. No caso (b) admitimos que se mantém o nível de produção no setor exportador, isto
é, que se evita o desemprego, enquanto os preços pagos ao produtor nesse setor são cortados pela metade. O efeito final
sobre a renda é uma redução de 30 por cento, sendo 10 por cento efeito direto e 20 por cento indireto da contração de
preços no setor exportador. Na situação (c) contemplamos igualmente uma redução de 50 por cento no preço, mas com
um aumento concomitante de 20 por cento da quantidade produzida, no setor de exportação. O efeito final é uma
redução de 24 por cento na renda global. O caso (d) é distinto dos anteriores: admitimos que para defender os preços se
tenha permitido uma redução de 50 por cento da quantidade produzida. Dada essa redução na produção, a queda de
preços teria sido de apenas 25 por cento. Não obstante isso, o efeito final seria uma contração de 37,5 por cento da renda
total, isto é, a maior de todas.

O caso (c) reflete aproximadamente a experiência brasileira dos anos da depressão, quando os preços pagos ao
produtor de café foram reduzidos à metade, permitindo-se, entretanto, que crescesse a quantidade produzida. A redução
da renda monetária, no Brasil, entre 1929 e o ponto mais baixo da crise, se situa entre 25 e 30 por cento, sendo, portanto,
relativamente pequena se se compara com a de outros países. Nos EUA, por exemplo, essa redução excedeu a 50 por
cento, não obstante os índices de preços por atacado, desse país, tenham sofrido quedas muito inferiores às do preço do
café no comércio internacional. A diferença está em que nos EUA a baixa de preços acarretava enorme desemprego, ao
contrário do que estava ocorrendo no Brasil, onde se mantinha o nível de emprego se bem que se tivesse de destruir o
fruto da produção.
O que importa ter em conta é que o valor do produto que se destruía era muito inferior ao montante
da renda que se criava.
Estávamos, em verdade, construindo as famosas pirâmides que anos depois preconizaria Keynes.
Dessa forma, a política de defesa do setor cafeeiro nos anos da grande depressão concretiza-se num verdadeiro
programa de fomento da renda nacional.
Praticou-se no Brasil, inconscientemente, uma política anticíclica de maior
amplitude que a que se tenha sequer preconizado em qualquer dos países industrializados.
Vejamos como – se passou isso. Envi929 as inversões líquidas, realizadas no conjunto da economia brasileira, se elevaram a aproximadamente 2,3 milhões de contos de réis, pelo valor
aquisitivo da época
. Com a crise essas inversões se contraíram bruscamente e já em 1931 estavam reduzidas a 300 mil
contos, sempre em valores do ano corrente. Não obstante, nesse ano de 1931 se acumulam estoques de café no valor de 1
milhão de contos. Essa acumulação de estoques tem, do ponto de vista da formação da renda, um efeito idêntico ao das
inversões líquidas. Portanto, a redução do montante das inversões líquidas não havia sido de 2,3 para 0,3 e sim para 1,3.
Ora, esse 1,3 representava mais de 7 por cento do produto líquido, o que significa uma alta taxa para um período de
depressão.

inversões financeiras: são despesas com aquisição de imóveis, bens de capital já em utilização, títulos representativos de capital de entidades já constituídas (desde que a operação não importe em aumento de capital), constituição ou aumento de capital de entidades comerciais ou financeiras (inclusive operações bancárias e de seguros). Ou seja, operações que importem a troca de dinheiro por bens.

Explica-se, assim, que já em 1933 tenha recomeçado a crescer a renda nacional no Brasil, quando nos EUA os
primeiros sinais de recuperação só se manifestam em 1934.
Na verdade, no Brasil, em nenhum ano da crise houve
inversões líquidas negativas, fato que ocorreu nos EUA e como regra geral em todos os países. Já em 1933 as inversões
líquidas brasileiras alcançavam 1 milhão de contos, às quais cabia adicionar 1,1 milhão de estoques de café
acumulados. Estava-se, portanto, a 2,1 milhões, valor que se aproximava do montante das inversões líquidas de 1929.
Ora, os 2,3 de 1929 representavam 9 por cento do produto líquido desse ano, enquanto os 2,1 de 1933 constituíam 10
por cento do produto líquido deste último ano. O impulso de que necessitava a economia para crescer já havia sido
recuperado.

É, portanto, perfeitamente claro que a recuperação da economia brasileira, que se manifesta a partir de 1933, não
se deve a nenhum fator externo, e sim à política de fomento seguida inconscientemente no país e que era um
subproduto da defesa dos interesses cafeeiros. Consideremos o problema sob outro aspecto. A acumulação de estoques
de café realizada antes da crise tinha a sua contrapartida em débito contraído no exterior. Não existia, portanto,
nenhuma inversão líquida, pois o que se invertia dentro do país, acumulando estoque, se desinvertia no exterior
contraindo dívidas.
Tudo ocorria como se o café acumulado tivesse sido comprado por firmas estrangeiras que, no seu
próprio interesse, postergavam o transporte da mercadoria para fora do país? A acumulação de café financiada do exterior se assemelha portanto a umaexportação.

O mesmo não ocorria à. acumulação de estoques financiada dè dentro do país, se a base desse financiamento era uma
expansão de crédito. A compra do café para acumular representava uma criação de renda que se adicionava à renda
criada pelos gastos dos consumidores e dos inversionistas. Ao injetar-se na economia, em 1931, 1 bilhão de cruzeiros
para aquisição de café e sua destruição, estava-se criando um poder de compra que em parte iria contrabalançar a re-
dução dos gastos dos inversionistas, gastos estes que haviam sido reduzidos em 2 bilhões de cruzeiros. Dessa forma,
evitava-se uma queda mais profunda da procura naqueles setores que dependiam indiretamente da renda criada pelas
exportações.

A diferença real entre a inversão líquida e a acumulação de estoques invendáveis de café residia em que aquela
criava capacidade produtiva e a segunda, não. Entretanto, esse aspecto do problema tem importância secundária em
épocas de depressão, as quais se caracterizam pela subocupação da capacidade produtiva já existente. É por esta razão
que nessas etapas é muito mais importante criar procura efetiva, a fim de induzir a utilização da capacidade produtiva
ociosa, do que aumentar essa capacidade produtiva.

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